Olá noivinhas,

Vamos ao quarto tema do #Diáriodeumanoiva. Dessa vez vamos falar sobre a cerimônia civil, os documentos necessários e quais opções o casal tem para esse dia especial.  Para acompanhar os temas anteriores clique AQUI.

Sabe-se que existem diversos contratos de casamento para decidir como será efetuada a administração dos bens do casal, assim como, diferentes possibilidades para efetuar a cerimônia. Vamos discutir abaixo cada uma dessas situações:

Tipos de regimes de bens: O casal deve escolher como desejam ou não compartilhar suas posses, exceto nas idades abaixo de 16 e maiores de 60. Para essas, usa-se por lei obrigatoriamente o regime de separação total de bens.

  • Comunhão parcial de bens: Apenas os bens adquiridos após o casamento pertencem aos dois. Herança e tudo o que pertencer a pessoa antes do contrato fica como bem individual.
  • Comunhão universal de bens: Tudo de um, pertence aos dois. Heranças, imóveis e qualquer outro bem adquirido antes e depois do casamento são de ambos.
  • Separação total de bens: Nenhum bem é compartilhado. A posse do bem é sempre individual, seja adquirido antes ou depois da cerimonia.
  • Participação final nos aquestos: Funciona igual a separação total de bens, o que muda é no caso de óbito ou divorcio. Para esses casos, os bens adquiridos durante o matrimonio são divididos de forma igualitária entre o casal.

Caso os noivos desejem alterar o contrato após o casamento, também é possível. Desde que seja perante o juiz, com um alvará e em comunhão de ambos.

Após decidir o regime de bens, é hora de pensar onde será realizada a cerimônia: cartório ou levar o juiz ao local do evento. Para isso, os noivos devem dar entrada na habilitação do casamento – Processo onde será comprovado que ambos são livres para se casarem.

O casal deve ir a um cartório de registro civil mais próximo, portando o RG e a certidão de nascimento para o processo de averiguação.  Assim que comprovado a aptidão do casal, eles devem informar o regime de bens escolhido, assim como, aonde será realizado o evento. Caso seja necessário a locomoção do Juiz, os noivos devem efetuar o pagamento de uma taxa que varia de cartório e região. Sendo feito isso, agenda-se a data, escolhem-se duas testemunhas e felicidades aos noivos.

Dica de hoje: Faça tudo com antecedência (pelo menos 30 dias).

Beijos coloridos e até segunda-feira que vem!

Juliana Torres 

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Olá noivinhas,

Na semana passada nós conversamos sobre histórias de amor e como cada começo define a essência do casal (Post 1: Veja AQUI.). Hoje vamos falar sobre os padrinhos de casamento, como escolhe-los e o compromisso deles para com o casal.

Ser padrinho/madrinha é uma verdadeira honra. Eles são as pessoas escolhidas pelos noivos para apoiá-los e aconselhá-los em todas as fases da vida, além de participarem ativamente dos preparativos do casamento. São responsáveis em auxiliarem o casal à transformar o evento em um dia inesquecível.

Devem ser escolhidos pelo nível de amizade, confiança e pelos elos afetivos que podem ser ou não laços de sangue.

Também possuem algumas responsabilidades, como: Presentear os noivos com algo significativo; Aconselharem o casal na vida conjugal; Pontualidade nos eventos; Ajudarem/organizarem os chás de panela/bar e despedidas de solteiro; Acalmarem, auxiliarem os noivos e acompanharem de perto cada etapa do evento.

Um ponto importante a levantar é que os padrinhos podem ser divididos entre civil e cerimonial. No civil é necessário apenas duas pessoas para assinarem, já a cerimonia fica a critério dos noivos.

O casal também pode escolher padronizar a roupa dos padrinhos, seja com peças iguais ou apenas pela cor, combinando o vestido das madrinhas com as gravatas dos padrinhos.

Enquanto aos noivos, a responsabilidade deles para com os padrinhos é mantê-los sempre por dentro das fases que passarem, informá-los das programações para o grande dia para trabalharem como uma equipe.

Dica de hoje: Defina seus padrinhos no inicio da preparação do seu evento. Informe a eles seus planos. Faça reuniões entre eles para que possam te auxiliar nas principais decisões. Várias cabeças planejam melhor do que duas.

Beijos coloridos e até segunda-feira que vem!

Juliana Torres 

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Olá Almas Coloridas,

Hoje vamos estrear aqui no blog um quadro novo: Diário de uma noiva. A gente sabe que quando se ouve a palavra “Casamento” os olhos brilham e o coração começa a acelerar. A verdade é que essa é uma das fases mais lindas e encantadoras da vida de cada membro participante, porem, é nesse estágio do relacionamento que o casal se enche de dúvidas, preocupações e precisam de todo o apoio possível. Pensando nisso, resolvi abrir esse espaço para noivas, madrinhas e todos que desejarem compartilhar experiências e sugestões, além de darem dicas e transformar essa transição das solteiras para futuras mulheres casadas, em algo ainda mais marcante e especial.

Nosso ponto de encontro serão todas as segundas-feiras às 19. Para receber os posts por e-mail basta clicar na barra preta na lateral esquerda e preencher seus dados, assim você receberá automaticamente todas as atualizações postadas aqui no Alma Colorida.

A TAG escolhida é #Diariodeumanoiva. Postem suas fotos, idéias e preparativos para incentivar outros casais. Na página do Facebook estarei postando inspirações semanais. Curtam, compartilhem e interajam à vontade, esse espaço é para vocês. Reserve sua agenda, amiga, porque temos uma festa linda pra preparar!

Como abertura do nosso quadro, hoje vamos falar do início: Como tudo começou.

Sabemos que a história de um casal define sua trajetória e são os detalhes de cada momento que torna o outro alguém único no meio de milhões de pessoas. Portanto, não dá para pensar no grande dia sem compartilhar a essência que une o casal.

Dica de hoje: exale a essência do seu amor.
Para dar o start vou resumir a minha história de amor: “Éramos como cão e gato, gato e rato…. E quem disse que quem vive dos defeitos não pode esbarrar na felicidade? A necessidade nos levou a unir forças, até que um belo dia fomos obrigados a enxergar qualidades na pessoa que não suportávamos encarar. A intolerância virou desafio e o tempo foi capaz de transformar tudo. Viramos colegas, parceiros, amigos, paquera… E quando vimos já era amor.”
Minha história mostra que pra dar certo só precisa estar junto, ser parceiro e fazer acontecer. Assim, definimos que nossa base era parceria e verdade, até que a morte separe nossos corpos e eternize o amor das nossas almas.
Para ver a história completa clique AQUI.
E você, compartilhe aqui: qual a sua história de amor?

Beijos coloridos e até segunda-feira que vem!

Juliana Torres 

 

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Era meia noite de uma sexta-feira. Ela estava entediada, precisa sair e respirar um ar diferente do escritório, mas a solidão a desanimava, afinal, ninguém gosta de curtir sozinho. Foi quando de repente seu telefone tocou.

Rapidamente, ela correu acender as luzes do quarto para procurar seu celular, na tela aparecia “número desconhecido”, mas a ansiedade pelo novo falou mais alto: “Alô”…
Do outro lado da linha uma voz grossa e familiar a convidava para sair. Seria o destino ou apenas coincidência? Bom, parada ela não ia descobrir. Como um tornado, ela mais que depressa despejou o guarda-roupa em cima da cama, escolheu um vestido vermelho, sandálias pretas, caprichou na maquiagem, soltou seus cabelos e aguardou a buzina.
Uma hora depois ele havia chegado, estava em seu portão dentro de um carro preto. Ela não via seu rosto, mas estava ansiosa. Seria essa uma noite inesquecível?
Ele saiu para recebê-la, abriu a porta do carro e a paralisou com aquele sorriso que eleva a mente a pensar mil coisas. Depois de jantarem e relembrarem todos aqueles anos que passaram juntos, ele convidou-a para dançar.
Olhos nos olhos, nariz com nariz, suaves toques na pele que causavam arrepios. A pista de dança começou a ficar pequena para tantos desejos que começaram a fluir. Quando ela se deu conta estava no apartamento dele, paredes brancas e um sofá cinza que em breve teria seu vestido e sua lingerie vermelhos.
Eles se devoraram entre olhares e toques, esqueceram-se do tempo, dos compromissos e de quem eram. Entre quatro paredes eles seriam tudo o que desejassem.
Pela manhã ela já não sabia mais quem foi, apenas tinha a certeza que aquela noite tinha sido a melhor de sua vida. Eles não fizeram apenas amor, eles ficaram nus de corpo e alma reescrevendo com seus corpos uma história que só pode ser contada quando as palavras se calam e as luzes se apagam.

Juliana Torres 

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Toda pessoa quando casa pensa em formar um lar seguro, cheio de harmonia, paz e estabilidade. Muitas vezes isso inclui filhos, mas outras vezes não.

Ser mãe vai muito além de gerar por nove meses, sentir a dor de um parto e finalmente trazer alguém a esse mundo. Ser mãe é criar, educar, proteger e acima de tudo, delegar a própria vida em prol da felicidade de outro ser. Não é uma tarefa fácil. A maternidade exige maturidade e diferente do que muitos dizem por ai, requer também equilíbrio mental, emocional e financeiro.

Assim que você entra em um relacionamento estável seja ele um casamento ou amasiamento, é muito comum vir a cobrança: “quando vem o bebê”. O engraçado é que ninguém te pergunta se você quer ser pai ou mãe, se você já estruturou sua vida como deseja e até mesmo, como você se sente a respeito desse assunto.
casal

Se você é uma dessas pessoas que adora ver crianças nascendo, assim como frutos dão em árvores venho te dar uma noticia: nem todos querem ser pais e mães.

Essa semana li um texto que passava a seguinte mensagem:

“Você diz que não tem filhos porque a fralda está cara. Mas você sabe qual o valor de ouvir um “mamãe eu te amo?””.

Confesso que fiquei em choque. Quer dizer que algumas pessoas vão determinar o futuro de outro ser baseado na carência pessoal de receber um amor incondicional? Mas, e o amor dessa pessoa com relação aquele ser que poderia ter um convenio médico, um ensino de qualidade, uma família pra chamar de sua, uma roupa pra cobrir no frio, um brinquedo pra chamar de seu ao invés de cobiçar o das outras crianças na escola… Será que em nenhum momento a pessoa pensou que aquele ser incrível e abençoado que disse “mamãe eu te amo”, poderia dar o mesmo amor a ela daqui cinco, ou talvez dez anos, quando ela tivesse condições de suprir as necessidades básicas daquele pequeno ser?
Não sou mãe ainda e não sei quando serei. Não porque não gosto de crianças, mas exatamente pelo contrário. Eu já amo meus filhos, antes mesmo de tê-los gerado. Sei que eles precisam de uma mãe madura pra lhes ensinar, de uma mãe forte para lhes proteger, uma profissional que possa proporcionar a eles a oportunidade de um futuro melhor, uma educadora que possa prover a eles uma boa educação etc.

Outro dia me disseram que penso dessa forma porque não tenho fé, porque Deus tudo provê. Quem leu na Bíblia que Deus tudo pode, deveria ler também a passagem que diz “não tentarás ao Senhor teu Deus” (entenda mais clicando AQUI).

Toda criança merece ser feliz, merece ter infância, ser amada e protegida. Crianças sonham alto, têm desejos e não entendem diferenças de classes sociais.
bebe

Vejo muitas pessoas que geraram vidas mas não souberam ser pais. Também vejo muitos que nunca puderam dar a luz a um filho, mas cuidaram daqueles que foram deixados para trás por aqueles que lhes geraram. Não dá pra julgar o próximo, não dá para dizer quem está pronto ou não está. Relacionamento não é treinamento para paternidade, casar não torna nenhuma mulher apta a ser mãe. A experiência de vida de uma pessoa não a classifica para um futuro incerto, ser pai e ser mãe também significa lidar com o desconhecido.

É preciso ter coragem para reger outra vida, passar noites em claro, deixar a vaidade de lado para ver alguém ter um sono tranquilo. Ter um filho é uma benção, ser pai e mãe é um dom lindo que apenas quem recebe pode dizer: sim, eu quero essa dádiva.

Juliana Torres 

 

 

 

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